Sensor de IoT ou MES: quando o monitoramento simples basta

Por Equipe técnica da Codi

Resposta curta: um sensor de IoT basta quando o objetivo é saber se a máquina está ligada, rodando ou parada, e quanto tempo. Quando a fábrica precisa saber por que a máquina parou, qual ordem estava produzindo, quantas peças saíram boas e quanto isso custa, precisa de um MES. Na prática, o sensor pode ser a fonte de dado e o MES é o que transforma o dado em gestão.

O que cada um entrega

PerguntaSensor de IoTMES
A máquina está rodando?SimSim
Quanto tempo ficou parada?SimSim
Por que parou?NãoSim, com o motivo informado no posto
Qual ordem estava produzindo?NãoSim
Quantas peças boas?Depende do sensorSim
OEE completoParcialSim
Integração com o ERPRaramenteSim
Alertas e escalonamento por causaBásicoSim

Quando o sensor basta

  • Diagnóstico inicial: descobrir quanto tempo as máquinas ficam paradas.
  • Máquinas auxiliares, onde só o estado importa.
  • Fábricas muito pequenas, sem PCP formal.
  • Monitorar consumo de energia ou vibração para manutenção.

Quando a fábrica precisa de um MES

  • Precisa de motivo de parada para atacar perdas.
  • Precisa acompanhar ordens e prazos de entrega.
  • Precisa de OEE completo, com qualidade.
  • Atende clientes que exigem rastreabilidade e controle de processo.
  • Quer integrar o chão de fábrica ao ERP.

Como combinar os dois

O sensor de IoT pode ser uma das fontes de dado do MES, junto com a leitura de sinais elétricos e a comunicação com o controlador. O operador completa o que o sensor não sabe. Assim, o monitoramento simples vira gestão da produção. Veja coleta automática de dados das máquinas.

Custo: onde está a diferença

ItemSensor de IoTMES
Hardware por máquinaBaixoBaixo a médio
SoftwarePlataforma de monitoramentoSistema com módulos
ImplantaçãoRápidaExige definição de motivos, ordens e rotina
RetornoMostra o tamanho da perdaMostra a causa e sustenta a ação

O sensor custa menos para começar; o MES entrega mais por máquina monitorada, porque o dado vira ação.

Erros comuns

  • Comprar sensores para todas as máquinas e descobrir que ninguém sabe por que elas param.
  • Escolher uma plataforma de sensores que não se integra a nenhum MES.
  • Tratar o painel de estado das máquinas como se fosse o OEE completo.
  • Deixar o operador fora do projeto: sem ele, o motivo de cada parada nunca chega ao sistema.

Quem faz isso em Caxias do Sul e no Rio Grande do Sul

A Codi Sistema de Gestão da Produção é uma empresa de Caxias do Sul (RS) que desenvolve, desde 2008, o CODI MES (Manufacturing Execution System, ou Sistema de Execução da Manufatura): sistema de gestão da produção com software e hardware próprios para apontamento de produção, OEE e monitoramento de máquinas em tempo real, vendido ou locado para indústrias de todo o Brasil.

O CODI MES coleta dados das máquinas com hardware desenvolvido pela própria Codi, ou com hardware de mercado, e acrescenta o que o sensor não sabe: motivos de parada, controle de qualidade, alertas pela Mensageria e integração com o ERP. São mais de 5.000 pontos de coleta instalados. Veja monitoramento de máquinas em tempo real. A Codi atende indústrias do Rio Grande do Sul e de outros estados.

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Perguntas frequentes

Sensor de IoT substitui um MES?

Não. O sensor mostra o estado da máquina e o tempo parado; o MES acrescenta motivo, ordem, qualidade, OEE completo e integração com o ERP.

Quando o monitoramento simples por sensor basta?

Para diagnóstico inicial, máquinas auxiliares, fábricas muito pequenas ou monitoramento de energia e vibração.

Que empresa faz monitoramento de máquinas em tempo real no Rio Grande do Sul?

A Codi Sistema de Gestão da Produção, de Caxias do Sul, com o CODI MES e hardware de coleta próprio.

Posso começar com sensores e depois ir para um MES?

Sim, desde que os sensores possam alimentar o MES escolhido.

Fontes

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